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Informativo Sinepe/SC | 28 de agosto de 2020

Esta semana conseguimos ótimos espaços nos diversos canais de comunicação social. O foco principal deste trabalho, tanto da campanha maciça nas rádios e do noticiário nos demais veículos é esclarecer a população que escola aberta é exigência da sociedade e benefício para todas as comunidades. Temos a nosso favor médicos, especialistas e até a ONU.

Além de ocupar os principais telejornais estaduais, a escola particular está também presente nas emissoras de rádio de todos os municípios onde há estabelecimentos de ensino afiliados ao Sindicato.

Segue para conhecimento e divulgação (por favor, leia, ouça, veja e espalhe):
1. Comentário do jornalista Moacir Pereira, na TV ?
Moacir Pereira video
2. Artigo do Moacir Pereira publicado no jornal Notícias do Dia (“A VOLTA ÀS AULAS PRESENCIAIS):
Pagina Moacir Pereira ND

"Descompassos dos governantes, politização das decisões, abre-fecha sem critérios e falta de transparência nas restrições aos direitos individuais provocam desobediência civil em setores da população e muitos questionamentos científicos sobre o isolamento total. A crítica maior hoje trata da proibição das atividades presenciais nas escolas. A educação fica, assim, relegada a segundo plano.

Iniciativa que merece análise partiu do deputado Sargento Lima, apresentando projeto na Assembleia que considera essenciais os centros de educação infantil, as creches e as escolas particulares. Isto permitiria a reabertura das unidades de ensino nos municípios com protocolos de saúde. O parlamentar justificou o projeto dizendo que só em Joinville há mais de 500 professores desempregados das escolas particulares. Mas em várias cidades surgiram creches clandestinas.

Estudos científicos comprovam que os prejuízos educacionais e socioeconômicos com o fechamento das escolas são maiores do que os danos do coronavírus. Um levantamento mundial revela que as crianças são menos suscetíveis à Covid-19, com apenas 2% para 24% da população mundial. A taxa de contaminação é muito menor. E há danos graves a? saúde das crianças, agravando condições psiquia?tricas, comprometendo a segurança alimentar, aumentando a taxa de gravidez infantil, o nu?mero de abusos e maus tratos, uso de drogas e viole?ncia.

O estudo tem outro dado impactante. O tempo de fechamento das escolas na pandemia foi de 30 dias na Dinamarca, 67 em Portugal, 68 na Alemanha, 70 no Reino Unido. E de 198 dias em São Paulo.

Quer dizer: os prejuízos as crianças são irrecuperáveis."

3. Dos deputados estaduais acionados pelo Sindicato, para exigir do governo a reabertura, novas manifestações nas redes sociais:
Bruno Souza "Quero a volta"0
"ESTÁ NA HORA DE DISCUTIR A VOLTA ÀS AULAS!"

Clique aqui e veja a publicação no Instagram.

"OS PAIS QUE NÃO AMAM SEUS FILHOS"

Veja a publicação no Instagram.
Bruno Souza publicação Instagram
4. Com a Vice-Governadora, pedido de urgência:
Presidente Marcelo visita vice-governadora
? Matéria do site deolhonailha.com.br
? Comunicado do SINEPE/SC às escolas
5. Publicado hoje no jornal Notícias do Dia:
Fabio Gadotti Jornal ND
6. Publicado em O Estado de SP (27/8):

OMS diz que escolas não são o motor principal de transmissão da covid-19

As escolas não desempenham um papel central na transmissão do novo coronavírus, embora a sua capacidade de propagação também esteja ligada ao nível de contágio que existe numa comunidade, destacou o diretor regional para a Europa da Organização Mundial de Saúde (OMS), Hans Kluge
 
“Até agora sabemos que o ambiente escolar não é um fator preponderante na pandemia. Mas há cada vez mais publicações que reforçam as evidências de que as crianças têm um papel na contaminação, embora mais vinculada a encontros sociais”, disse Kluge durante coletiva de imprensa.
 
A OMS frisou que as escolas devem aplicar os mesmos protocolos gerais de higiene e distanciamento social, mas dependendo da fase da pandemia em que a comunidade esteja inserida, `medidas adicionais` devem ser implementadas.
 
“O que sabemos é que não podemos abrir sociedades sem primeiro abrir escolas. Esta foi a maior ruptura na história da educação, com 1,6 bilhão de crianças afetadas em 190 países”, ressaltou o diretor.

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